O Nome da Rosa, de Umberto Eco
Este foi, sem dúvida, um dos melhores livros que li em 2010.
Certamente, foi o mais difícil.
Levei-o para o Algarve, nas minhas férias de Verão, e tive que penar para ultrapassar algumas páginas.
Nenhum me foi tão tão difícil, e nenhum me pôs a pensar tanto, friamente, filosoficamente.
É fenomenal.
Cada capítulo é quase um semestre de uma disciplina, cada página uma dura lição.
Este livro roça o Conhecimento e indica que há muito mais para descobrir, para desenvolver.
Com O Nome da Rosa, apercebi-me da complexidade do pensamento, das noções, da não-linearidade de tudo. É assombroso.
Entretanto, o mistério policial entretém, encaixado em tanta filosofia.
Fiquei, também, a conhecer muito mais sobre a Igreja Católica, muita da sua história, e as implicações desta e de outras crenças/instituições/modos de pensar.
Definitivamente, no top.