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Segundo (o que eu digo a)o Goodreads…

Sábado,Fevereiro 25,2012

Estou, neste momento, a ler estes livros:

 

 

 

 

 

 

Livros que já li em 2012:

Sábado,Fevereiro 25,2012

Livros que li ainda em 2011:

Sábado,Fevereiro 25,2012

Sexta-feira,Fevereiro 24,2012

E, pronto, aqui vou eu ver que oportunidades é que a Fnac tem e já agora ler um bocado pelo caminho.

O Último Voo do Flamingo

Sexta-feira,Fevereiro 24,2012

Quando tento falar de um livro de Mia Couto, lembro-me sempre daquela citação: “Escrever sobre música é como dançar sobre arquitectura”.

O mundo de Mia Couto é fascinante, até o seu mundo de palavras.

Não dá para tirar a limpo se adorei um ou outro livro, apenas posso concluir que, como sempre, me afundei boquiaberta num mundo mágico e inimaginável.

Aqui se  conta a história de Tizangara, uma vila moçambicana onde começam a explodir soldados das Nações Unidas. Humorístico? Sim, aqui encontramos o humor e a crítica de mãos dadas, assim como os vivos e os mortos, o real e o sobrenatural, a Europa e África, e os velhos e os novos.

As conclusões são muitas e nenhumas, a magia garantida.

Para mim, qualquer livro de Mia Couto vale a pena, nem que seja para nos lembrarmos  que o encanto e a imaginação não têm limites.

Os trapalhões são assim…

Sexta-feira,Fevereiro 24,2012

Eu sei que estou a “postar” várias… apreciações no mesmo dia e peço desculpa por isso.

Li estes livros em 2010, mea culpa. Mas, ao menos não passou pelas minhas leituras em silêncio e ficam aqui algumas opiniões.

Vou tentar ser mais certinha.

Hoje, como estou como mais tempo, vou deixando os quantos já feitos.

Tsotsi, Athol Fuggard

Sexta-feira,Fevereiro 24,2012

Não me lembro de quando comprei este livro, mas não o vou esquecer facilmente.

Tsotsi conta a história de um criminoso com um passado obscuro que, ao roubar um bebé, começa a pensar sobre a sua vida.

Pensei que ía ser uma história muito cliché, mas Athol Fuggard consegue dar uma imagem muito lírica à história de Tsotsi, e transformar mesmo as coisas ou situações mais feias em algo de muito bonito e inesquecível.

É uma história simples, com pormenores cruéis e reais, mas torna-se fascinante, muito humana, e, eventualmente, quase divina.

Small Gods, Terry Pratchett

Sexta-feira,Fevereiro 24,2012

Tenho muitos livros do Terry Pratchett, mas ainda não me tinha lançado na leitura de nenhum.

Curiosamente, comecei por um livro emprestado, Small Gods, numa das melhores coisas da leitura, o “passa-palavra”, ou, neste caso, o “passa-livro”.

Haverá coisa melhor que receber na nossa mão um livro acabadinho de ler por um amigo?

Talvez lê-lo ao mesmo tempo que um amigo.

Ou comprar um livro antes de uma grande viagem e lê-lo de uma ponta à outra sem dar pelo tempo passar.

Bem, é um dos top 3 melhores momentos do leitor, esse de receber um livro ainda morno e ainda encurvado pelo uso do leitor anterior.

A acompanhar a boa sensação de ler um livro emprestado, Small Gods é uma boa viagem, cheia de gargalhadas e verdade.

Para perceber como é qualquer livro de Terry Pratchett, só mesmo lendo, porque tem um sentido de humor e uma sagacidade muito próprias, que tanto nos obriga a fazer um esforço mental para embarcar na aventura (é um inglês cheio de trocadilhos e um vocabulário mais variado que um livro “mainstream” tem), como nos diverte e delicia a cada momento, e nos faz sentir saudades e ponderar sobre as verdades ali escondidas, ao virar da última página.

Para quem não leia Pratchett na sua lingua original, não sei se é de aconselhar. Os trocadilhos e o humor são tão específicos que nem imagino que seja possível uma tradução que chegue perto do nível do original. Como ler Saramago traduzido. Mas, nunca experimentei nem um nem outro. Pode ser ignorância minha.

Para quem tenha a vantagem de ler o original, vale a pena. Os livros são até mais baratos e garanto-vos uns bons momentos.

 

Rio das Flores, Miguel Sousa Tavares

Quarta-feira,Outubro 19,2011

Devo, desde já, confessar, que não gostei muito deste livro.

Estava a gostar, a princípio, mas depois, a história ou a identificação com as personagens perde-se, por completo.

As personagens ao início atractivas, rapidamente ficam vazias de interesse, e a história segue, sem emoção, e constantemente interrompida (sim, verdadeiramente interrompida) por enormes contextualizações históricas que quebram o ritmo que ainda podia existir, para safar o livro.

Apesar de uns bons momentos (a ida a Espanha, o primeiro casamento…), o todo não encanta.

 

Mais livros que entretanto li:

Quarta-feira,Outubro 19,2011

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